Olá pessoal! Como é que vocês estão? 

Tenho frequentemente notado que nem sempre somos capazes de nomear o que sentimos a nível do nosso corpo, né? É um emaranhado de sensações que nos atravessam e nos causam arrebatamento, euforia, êxtase, desejo, fúria, raiva, vergonha, desespero, alívio, etc.

Por vezes, é só depois de muito falar sobre o que nos invade que passamos a entender um pouco melhor o que se passa no nosso mundo interior.

🤯 Sabe quando alguma coisa acontece e aí a gente pensa: – eu preciso conversar com alguém senão vou explodir! 🔋 – Ou então você está com tanta energia que sente a necessidade de dar um destino para ela?  Então, é sobre isso a nossa conversa de hoje. 

Bora lá?! 🏃‍♀️

 

Quando falamos em psicanálise, regularmente pensamos apenas em palavras. De um lado alguém que escuta e do outro alguém que fala. Mas, na prática, aquilo que move a análise passa também pelos afetos, pelas emoções e pelos sentimentos que tocam o nosso corpo. 

O afeto pode ser entendido como a energia que nos mobiliza – a tal da pulsão ou libido. A emoção é a forma mais imediata de expressão dessa energia, muitas vezes vivida no corpo, como o choro, o riso, o tremor, a palpitação, a falta de ar. Já o sentimento é quando essa experiência encontra palavras e pode ser simbolizada, tornando-se pensável.

O trabalho analítico ajuda a transformar emoções “brutas”, difíceis de nomear, em experiências que podem ser representadas e integradas à história da pessoa. Não se trata de controlar nossas emoções, mas de criar um espaço em que elas possam ser compreendidas e ganhem lugar na vida psíquica.

Assim, a análise funciona como um processo de ligação. O que antes parecia apenas vivido de forma confusa ou dolorosa pode se tornar compreensível, abrindo caminhos para novas formas de viver e se relacionar consigo e com os outros.

 

E aí, você topa o convite de se escutar?

Um abraço e até já!

🛋️ ☕

 

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